Biofeedback
Mas afinal o que lê o Biofeedback?
Quando um cliente se senta à frente do sistema SCIO/Q9, a primeira coisa que vê no topo do ecrã é uma linha de números a mudar rapidamente. Não são dados aleatórios. Aqueles valores são a narrativa elétrica do seu corpo naquele exato momento.
Muitas vezes comparo o corpo humano a uma máquina de alta precisão. Não basta olhar para o exterior; é preciso ler a telemetria. Saber se há "combustível", se a voltagem está correta ou se existe resistência nos circuitos. No nosso sistema, essa telemetria chama-se VARHOPE. E quando cada vez mais estudos falam sobre o electroma, a comunicação eléctrica entre as células, esta leitura assume uma proporção gigantesca.
Ao contrário das análises clínicas que medem química (sangue), o VARHOPE mede eletricidade. E como somos seres bioelétricos, é aqui que tudo começa:
V (Voltagem): É a sua "bateria". Se a voltagem está baixa, não há força de vontade nem adrenalina para arrancar o dia.
A (Amperagem): A corrente real. É o que mantém o cérebro focado e a serotonina a fluir.
R (Resistência): Talvez o indicador mais crítico. Mede a facilidade com que a energia passa. Resistência excessiva é sinal de bloqueio ou inflamação; resistência baixa demais pode indicar vulnerabilidade.
H, O, P, E: Os pilares de sustentação — Hidratação e Absorção de Nutrientes, Oxigenação e Oxidação e as pressões de Protões e Eletrões (o equilíbrio do pH e magnetismo).
Por isso quando vier fazer uma sessão de Biofeedback não espere um diagnóstico. Espere sim uma análise sobre como a rede eléctrica do seu corpo está a funcionar.



